06/05/2009 às 18:11
· Arquivado em Futebol Internacional ·Tagged Barcelona, Champions League, Chelsea, Futebol Europeu, Henry, Iniesta, Manchester United, Messi

Iniesta vibra com o gol da classificação - Foto: Marca.com
Será uma festa para quem gosta de futebol. E não venham me convencer que no jogo de volta da semifinal da Champions League o Chelsea teve muito mais chances de gol, teve 89 pênaltis não marcados e que o gol de Iniesta aos 47 do segundo tempo foi um acidente de um time que simplesmente não chutou ao gol naquele jogo. O Barcelona é melhor.
Explico-me. Não quero dizer que o Barça é mais time que o Chelsea. Se é, há pouca diferença. A maior diferença está na ofensividade. E assim é o torcedor cujo time não está na disputa, mas gosta de bom futebol: ele torce pelo mais ofensivo.
Ser mais ofensivo e ter mais posse de bola não quer dizer mais chutes a gol sempre. Na partida de ida, na Catalunha, realmente foi um massacre de oportunidades. Entretanto, na partida de volta, ajudado pelo petardo de Essien no ângulo, antes dos dez minutos, aliado com a contusão de Henry e a baixa inspiração de Messi, o Chelsea teve várias chances de matar a partida e os time catalão ficou perdido, sem conseguir entrar na forte defesa londrina.
O resultado da partida de Stamford Bridge pode não ter sido o mais justo, porém foi o melhor. Ou alguém tem dúvida de que o Barça fará com o Manchester uma final mais bonita e do que o Chelsea faria?
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02/05/2009 às 17:14
· Arquivado em Futebol Internacional ·Tagged Barcelona, Campeonato Espanhol, Florentino Perez, Raul, Real Madrid

Raul lamenta um dos poucos gols perdidos contra o Barça - Foto: Marca.com
Um time sem alma, sem organização, sem nada. Para quem viu o Real Madrid de sábado, essas são palavras até elogiosas pelo time que se viu em campo. Não importa se o adversário é o maior adversário. Não importa que é o melhor da Europa no momento e muito menos que tem o melhor do mundo no momento.
Não importa que o Barcelona tem no ataque três dos melhores atacantes da história do futebol moderno e dois armadores espanhóis que elevaram o nome do país atualmente dono da Europa. Não dá para perder por 6 a 2. Não o Real Madrid. Não em casa. É aquele tipo de derrota que o torcedor não vaia ao final da partida. Fica em pane, em transe, como os jogadores em campo.
Não é caso de uma simples demissão do treinador. É caso para desmanche completo, partindo da direção. No futebol, assim como no mundo, os grandes líderes (e as grandes ditaduras) aparecem em momentos de fraqueza do país. “Embalado” por essa goleada, Florentino Perez e sua promessa dos galácticos aparecerão com tudo nas próximas eleições. É a esperança para quem espera ver os merengues decidirem em casa a final da Champions League, exatamente daqui um ano.
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29/04/2009 às 10:35
· Arquivado em Futebol Internacional ·Tagged Atlético de Madrid, Azzurra, Barcelona, Dunga, Genoa, Internazionale, Juventus, Lesão, Ligamentos do Joelho, Seleção Brasileira, Thiago Motta, Van Gaal

Thiago Motta pode ser da Azzurra - Foto: site oficial do Genoa
Thiago Motta é daqueles jogadores que saem do Brasil sem nunca termos visto jogar por aqui. Atuou pelos infantis e juvenis do Juventus da Mooca entre 1997 e 1999. Com 17 anos, foi morar na Espanha para continuar a carreira no Barcelona B. Em outubro de 2001, com 19, fez sua primeira partida no time principal.
Nas três temporadas seguintes, o volante canhoto foi muitas vezes titular da equipe de Van Gaal. Tudo ia muito bem para o brasileiro senão fosse a lesão de 11 de setembro de 2004, contra o Sevilla. Motta precisou de uma cirurgia para reconstituir os ligamentos laterais rompidos do joelho esquerdo, que o deixou sete meses longe do futebol.
Desde então passou por uma fase descendente no Barça, com inúmeras lesões, até ser vendido para o Atlético de Madrid em 2007. Depois de uma temporada sem sucesso em Madrid, para onde já foi machucado, desembarcou em agosto de 2008 na Itália, em Gênova. Até agora, as lesões rarearam. Jogando muito pelo Genoa, já fez 6 gols em 21 partidas na temporada e ajuda na luta do time por uma inédita vaga na Champions Legue. Pretendido pela Internazionale e vendo Gilberto Silva, Felipe Mello e Josué na Seleção Brasileira, Thiago Motta pode cavar uma vaguinha na cabeça de Dunga.
Thiago Motta defendeu somente as cores da seleção sub-23 do Brasil, na Copa Ouro de 2003. Com isso, disse em fevereiro que seria um sonho jogar pela Azzurra caso seja chamado antes da convocação de Dunga. No exato momento que você está lendo este post, deve haver algum jogador brasileiro menor de 18 anos preparando as malas prematuramente para deixar o país em uma transferência ilegal. Jogadores saem mais cedo, deixam sua pátria mais cedo e as seleções nacionais de nativos viram coisa do passado. Mundo globalizado esse…
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17/04/2009 às 10:45
· Arquivado em Futebol Brasileiro ·Tagged 5 mil torcedores, Futebol, futebol paulista, Hino Nacional, lei estadual

O valor do hino nem sempre é compreendido
A ideia era perfeita. Para estimular o nacionalismo, foi aprovada lei estadual em São Paulo em 2001 com a obrigatoriedade de se tocar o hino nacional brasileiro antes de todo evento esportivo ocorrido no estado, obviamente incluindo os jogos de futebol. Depois de alguns anos, a lei, que nunca tinha sido respeitada, “pegou”.
No ano passado, chuva de críticas por parte dos clubes e os jogos sempre começavam atrasados. A crítica também era em cima do aquecimento dos atletas. Os preparadores físicos dizem que isso prejudica o aquecimento feito minutos antes. Alguém teve a ideia “genial” de tocar o hino mais de 20 minutos antes da partida, sem ninguém uniformizado em campo. O máximo de desrespeito foi observado, com o hino virando uma “música de fundo” em meio ao aquecimento dos goleiros no campo de jogo e a chegada dos torcedores.
Rapidamente esse costume foi abortado e tudo voltou como era. Com as multas aplicadas pelos novos atrasos, os clubes começaram a subir para a partida no horário correto, oito minutos antes da partida. O desrespeito agora é aquele não-oficial, feito pelos próprios torcedores, que entoando seus cantos locais durante a execução de um hino superior, que não é local.
Ontem foi aprovada uma alteração na lei. Agora, somente em partidas com mais de 5 mil presentes é que o hino deverá ser tocado, com a presença dos atletas no campo de jogo. Ou seja, em partidas de dente-de-leite e até em jogos da primeira divisão o hino não deverá mais ser executado. Mudança correta. O hino tocado muitas vezes não perde o valor, mas perde sua capacidade de emocionar um povo que já parece estar sem emoção pelo Brasil.
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09/04/2009 às 16:00
· Arquivado em Futebol Brasileiro ·Tagged Campeonato Paulista, Corrupção, Denúncia, Jean, Ponte Preta, Portuguesa, Santos

Que Jean não seja culpado - Foto: site oficial da Ponte Preta
A denúncia da Portuguesa de que Jean, da Ponte Preta, teria deliberadamente feito um pênalti para beneficiar o Santos na última rodada da primeira fase do Paulistão, é mais um capítulo da desconfiança das pessoas sobre a lisura do futebol. Uma pena.
Paulo Vinícius Coelho, da Folha e da ESPN Brasil, disse sabiamente em seu livro sobre jornalismo esportivo que 12 anos é uma idade mágica para o menino que gosta de futebol. Concordo, é ali, entre os 11 e os 13, que a criança realmente aprende a ver o jogo. Mais do que isso, é a maior lembrança que ela guardará sobre futebol para o resto da vida.
Em 2005, com o escândalo de Edilson Pereira de Carvalho, muita gente perdeu fé no futebol. Não digo quem já era adulto naquele ano, mas coitada da criança de 12 anos na época. A maior lembrança dela será a de um campeonato manchado. Ela nunca mais conseguirá olhar um árbitro como figura imparcial. Caso ela reflita mais, imaginará que a corrupção pode atingir todos os autores do espetáculo futebol. Irremediável, ela perderá fé no esporte, pelo menos por um bom tempo.
Futebol é um reflexo da sociedade e a corrupção no nosso Brasil ocorre em todas as áreas. O exemplo maior é a praticada por alguns daqueles que escolhemos para nos representar no governo. Gostaria que o futebol fosse um alento em meio a tanta sujeira. De verdade, torço para que a denúncia contra Jean seja infundada. E que a criança de hoje, com 12 anos, não desanime.
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07/04/2009 às 17:50
· Arquivado em Futebol Internacional ·Tagged Alex Ferguson, Champions League, Cristiano Ronaldo, Futebol inglês, Gary Neville, Giggs, Manchester United, Park, Porto, Tevez

Ferguson, ele sim faz um rodízio verdadeiro - Foto: site oficial do Manchester Utd.
Sempre que um time brasileiro disputa duas competições ao mesmo tempo, o técnico vem com a velha história: “Aqui não tem reserva. Somos um grupo de 22 titulares”. Entretanto, em um jogo importante todos veem quem são os verdadeiros titulares, mesmo que as estrelas estejam em piores condições do que os reservas. Alex Ferguson é um dos poucos exemplos de verdadeira rotação de plantel.
Depois do jogo contra o Porto nesta quarta-feira, o Manchester United completou nada menos do que 52 jogos na temporada. Os recordistas de participações como titulares são Vidic e Van der Sar, com 40. Cristiano Ronaldo tem 39. E Ferguson não deixa ninguém descansar muito.
Há mais de 20 anos no comando do time, o Sir escocês sempre deixa claras suas preferências pelos jogadores citados e também por Rooney, Ferdinand e Evra. Mas Scholes e Giggs, dois veteranos que estão há mais de 10 anos na equipe, são constantemente reservas. E não em jogos de Copas da Liga ou algo do gênero, mas jogos importantes de Champions League e Campeonato Inglês. Rooney, em constantes recuperações físicas, também já foi reserva em jogos importantes.
O leitor pode alegar que, com esse elenco, é fácil Ferguson tomar essa atitude de barrar estrelas. Para mim, o fato é que isso nunca é fácil. Com sir Alex é assim, ou o jogador se mostra em melhores condições físicas e técnicas do que os outros ou não joga. Ou alguém duvida que Giggs é muito mais jogador que Park? (Park acabou de ser titular contra o Porto, pela Champions League, em banco que contou com Giggs, Tevez e até Gary Neville).
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01/04/2009 às 18:01
· Arquivado em Futebol Internacional ·Tagged Eliminatórias, Giovanni Trapattoni, Irlanda, Itália, Marcelo Lippi, Seleção Brasileira

Lippi não venceu, agora aguente as cornetas - Foto: Federação Italiana de Futebol
Engraçado como os italianos e brasileiros tratam suas seleções. Sem dúvida ambos são corneteiros, mas a atitude dos dois e as noções de futebol completamente diferentes. A Itália dificilmente toma ou faz mais de dois gols em um mesmo jogo. Contra a Irlanda, em Bari, pelas Eliminatórias, conseguiu um empate de 1 a 1, com gol de Iaquinta, que disputa posição com Amauri na Juventus.
Com a expulsão do atacante Pazzini logo aos 2 minutos do primeiro tempo, a Seleção Italiana se viu obrigada a jogar em um rígido 4-4-1. O gol saiu logo aos 10 minutos. Depois disso, foi o jogo típico italiano. Pirlo e Pepe, os dois mais habilidosos do meio-de-campo, foram sacados do time. O primeiro no intervalo e o segundo antes da metade do segundo tempo. As alterações de Lippi certamente foram criticadas, mas não tanto quanto seriam se por acaso esta fosse a Seleção Brasileira.
A Itália deu somente mais um chute a gol durante todo o jogo. A Irlanda, mesmo com as alterações ofensivas de seu comandante italiano Giovanni Trapattoni, fez pouco. Teve mais de 70% de posse de bola e acabou conseguindo um gol aos 41 do segundo tempo, mas com pouquíssimas chances de fazer mais. A Itália é a atual campeã do mundo, mas um time duro de engolir, ainda mais com a recusa de Totti em defender a equipe.
Diante do panorama dessa partida, se por acaso o gol irlandês não tivesse saído, a atitude dos italianos seria algo como “vitória heróica”, de um time que ficou com um a menos o tempo inteiro e segurou a vitória. Com o empate, a equipe já não foi tão heróica assim e os corneteiros voltaram à ativa (o time foi vaiado no estádio). A diferença para nós, brasileiros é que nem se a nossa Seleção tivesse ganho por 1 a 0 nessas circunstâncias, estaríamos felizes ou a chamaríamos de heróica. Para nós, só vale se der show…
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24/03/2009 às 11:01
· Arquivado em Futebol Brasileiro ·Tagged Bahia, Botafogo, Cruzeiro, Fluminense, Palmeiras, Robertão, Roberto Gomes Pedrosa, Santos, Taça Brasil, Títulos antigos

Bahia, campeão da Taça Brasil de 1959 - Foto: site oficial do Bahia
Palmeiras, Bahia, Santos, Botafogo, Fluminense e Cruzeiro entregam neste terça-feira um dossiê à CBF. Querem que a Taça Brasil, disputada entre 1959 e 1968, e o Torneio Roberto Gomes Pedrosa, disputado de 1967 a 1970, sejam considerados como títulos brasileiros. É uma grande bobagem.
Recordando que a Taça Brasil era um torneio mata-mata entre os campeões estaduais para ver quem se classificaria à recém-criada Libertadores da América. O Robertão era uma extensão do Torneio Rio-São Paulo, que passou a incluir times de outros estados. Foi o verdadeiro embrião do Campeonato Brasileiro disputado pela primeira vez em 1971.
Sem tirar o valor dos títulos, foram realmente os campeonatos brasileiros para a época. Mas por que considerá-los ou equipará-los com Campeonatos Brasileiros? Taça Brasil é Taça Brasil (e bem parecida com a nossa Copa do Brasil atual), Robertão é Robertão e Campeonato Brasileiro é Campeonato Brasileiro.
Fazendo isso, os clubes tentam valorizar seus antigos títulos, mas acabam desvalorizando se por acaso a CBF não acatar. Eles têm de entender que o título é válido de qualquer maneira. Os campeonatos mudam, mas não perdem o sentido e continuam no “currículo” do time. Frase brilhante de Celso Unzelte: “Não é necessário considerar Dom Pedro I presidente da república para ver que ele era o chefe de estado na época”.
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18/03/2009 às 12:13
· Arquivado em Futebol Internacional ·Tagged Colômbia, Colo Colo, Libertadores, Macnelly Torres, Mundial Sub-20, Palmeiras

Macnelly Torres, o craque do Colo Colo - Foto: site oficial do Colo Colo
No jogo em que perdeu para o Colo Colo em casa por 3 a 1, o Palmeiras ficou mais distante da vaga para a segunda fase da Libertadores. Enquanto o argentino Barrios levou o todo o crédito pela tragédia palmeirense, o meia colombiano Macnelly Torres, de 24 anos, foi um dos mais importantes no time.
Apesar de desconhecido no Brasil, o habilidoso jogador não é desconhecido para os colombianos. Em 2003, ele foi o camisa 10 e grande esperança do time no Mundial Sub-20, vencido pelo Brasil de Nilmar, Daniel Carvalho e Carlos Alberto (este com cinco anos a mais do que o permitido). A Colômbia ficou em terceiro, vencendo a Argentina na disputa.
Torres ficou os dois últimos jogos do Mundial na reserva, mas ainda não estava na hora dele. Revelado pelo Junior de Barranquilla, onde nasceu, foi em 2006 para o Cúcuta, onde viveu a melhor fase em 2007, quando o time chegou às semifinais da Libertadores. Ganhou a primeira partida do Boca em casa por 3 a 1, mas perdeu para o posterior campeão na Bombonera por 3 a 0.
Em junho de 2008, por um preço salgado em transações sul-americanas, US$ 2,2 milhões, foi apresentado pelo chileno Colo Colo. Chegou e já ganhou o Torneio Clausura. Convocado para os próximos jogos da Colômbia nas Eliminatórias, ele colocará medo em Bolívia e Venezuela. E o torcedor palmeirense que tome cuidado com o 10 do Colo Colo!
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16/03/2009 às 14:57
· Arquivado em Futebol Internacional ·Tagged Enzo Zidane, Maradona, Maradona Jr., Napoli, Real Madrid, Zidane

Enzo Zidane, o filho de Zinedine
O menino Enzo fará apenas 14 anos em 24 de março. Jogador do infantil do Real Madrid, ele carrega o pesado sobrenome do pai, Zidane. Já deu para ver em vídeos dos anos anteriores, quando Enzo vestia a 10 dos times mirins madridistas, que o menino entende da arte.
Isso me faz lembrar de outra história de filho de jogador. Nascido em 1986, no ano em que seu pai ganhava uma Copa do Mundo para a Argentina, Diego Maradona Jr. cresceu sem o amor do velho Diego. O fato é que o garoto, meia como o pai, nasceu em Nápoles e foi se destacando nas divisões de base do Napoli.
Entretanto, Maradona Jr. é uma enorme decepção em termos de futebol. Depois de passar em branco por Napoli e Genoa, perambula por divisões menores da Itália. Desde 2008 está no Boys Caivanese, da sexta divisão. Isso sem contar suas participações pela seleção italiana de Beach Soccer.
Os vídeos buscam estabelecer uma comparação de dribles de Enzo com os de seu pai, Zinedine. É cedo, mas ganhar do Barcelona na decisão do torneio marcando o gol decisivo é um bom começo. Vejam seu vídeo no qual creio ser seu site oficial, em que podem ser vistos mais peripécias do jovem ídolo.
http://www.enzozidane.com/
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